As réplicas faziam-se sentir, constante e sistematicamente, num loop de 5 minutos; a única variável era a sua intensidade o que não facilitava nada a vida dos sobreviventes.
Numa solene noite em uma pequena aldeia de Portugal, estava Carminha em sua pequena casinha se sentindo muito triste e sozinha sem ninguém para abrir seu coração.
Naquela manhã acordei com os pássaros a chilrear. O sol impedia-me a visão mas algo rapidamente invadiu a minha atenção - senti aquele cheiro. Por breves momentos juro que o senti.
Por uma rua que não sei o nome, caminho... Procuro qualquer coisa que me esqueci, ficou para trás, parada no tempo. Naquela realidade que já não é real.
<p>Da janela do meu quarto, saboreava os aromas que me chegavam ao nariz, trazidos pelo fresco vento que corria apressado, sem que dele pudesse escutar palavra ou novidade.
É começo de tarde; algumas folhas secas, levadas pelo vento, percorrem a calçada frente ao cinema “Rio 70”. O sol já se põe por trás da estrutura oval da sala.