Sinto um aperto tão grande,
uma dor intensa,
uma saudade imensa.
Um querer que tudo seja mentira
que estejas escondido
Diz-me, mano, em que estrela habitas para te olhar.
Procuro-te todas as noites.
Talvez estejas na mais brilhante, ou não!
Este poema e uma auto critica e um retrato de mi mesmo.
Vem, Baco! Que a alvorada fugiu-me do colo Sem promessas…Traz-me essa malga de chagas E pousa-a nos meus desmedidos olhos, Que eu quero tombar no fim da realidade.
Lágrimas
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Gotinhas húmidas e transparentes
queimam o meu rosto cansado!