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Encostei me à tua beira,
E vi a sombra no teu olhar!
Sentada numa cadeira.
Recusando se a levantar.
Estava vestida de branco luto,
E a seus pés jaziam flores.
Nenhuma delas dera fruto,
Aos seus amos e senhores!
Pedi te uma breve explicação,
O que via não estava certo!
Respondeste com o coração:
O Meu ventre é árido e deserto.
Fiquei cego de raiva e de dor.
Pode a vida ser tão cruel?!
Porque permitis isto Senhor??
Onde deveria correr leite e mel.
Encosto me então à tua beira,
Com o meu apoio e carinho.
À espera que regresses inteira,
Para percorrermos o Caminho!
SM
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